O Blogue Oficial!

Mário Lhamine

Amar como o amor ama! Design is my passion Photography is my religion Love is my true life!

About me

Hello World

I'mMário Lhamine

Developer and Startup entrepreneur

"Hello World", seja bem vindo ao meu blogue oficial.

Sim, aqui estou por que afinal, a ideia de criar este blogue surgiu da vontade de contar, per-mim, e partilhar com o mundo e as suas gentes, um pouco dos meus pensamentos e emoções representados em estudos, textos literários, desenhos, pinturas, esculturas e outras formas de expressão humana!

É-me proibido não assumir que desde bebé que sou viciado em desenho. Acredito que já desenhava dentro do útero de minha mãe (minha infinita fonte de sonhos), pois durante os meus primeiros anos de vida aventurava-me pelo mundo desenhando por todos os lados (nas paredes, no chão das ruas, nas roupas, etc) e excitava-me bastante.

Com o passar dos anos minha paixão virou-se para o desenho técnico, arquitectónico, seguindo linhas, arestas e vectores. Mas a vida de um jovem, nascido na Matola, e apaixonado pela vida, vive seu maior extase quando descobre asta coisa louca a que se chama de lógica. A matemática, os jogos, a programação são cumplíces verosímeis desde meu vício.

Para um blogue decidi partilhar um pouco da vida pessoal, académica, laboral, sempre procurei dedicar algum tempo em busca deste Self interior e por isso, a bem dizer, abri horizonte de mim e descobri portas para várias formas de arte, de vida, de existência. Iniciei, por conseguinte, de 2006 até ao presente momento que lanço este blogue, um portefólio das várias actividades que lhe sinto envovido. Mas, mais do que isso, por ser bibliotecário e informático, não gostaria de deixar de partilhar o maximo de conteudos que, no fim do dia, pertence mais aos outros e a todos do que a mim...e isso inclui a minha própria existência.

Não espero nada em troca. Apenas um eco deste "Hello Wordl" this is who i am!

experience

Desenvolvedor

2012-2016

Idealizei e criei a Moz-Book Lovers, plantaforma online sobre literatuta moçambicana. E várias outras plantaformas, softwares, base de dados e aplicativos mobile-Android

Desenho/Ilustração e Pintura

2005-2016

Minha extreia foi numa exposição sobre Retratos em homenagem ao escritor Mia Couto. Daí em diante tenho feito trabalhos para clientes/coleccionadores privados

Website production

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MODERN DESIGN

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Actividades Sociais

Actualmente estou envolvido com a Associação Vákhúlú-ESM, Associação Cultural Matanato, Núcleo de Arte, MozDevz, Associação Família Lhamine e vários outros projectos comunitários e académicos.

RESPONSIVE DEVELOPMENT

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USER EXPERIENCE

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Lovely Design

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Portfolio

OS HOMENS OCOS

"A penny for the Old Guy"
(Um pêni para o Velho Guy)

Nós somos os homens ocos
Os homens empalhados
Uns nos outros amparados
O elmo cheio de nada. Ai de nós!
Nossas vozes dessecadas,
Quando juntos sussurramos,
São quietas e inexpressas
Como o vento na relva seca
Ou pés de ratos sobre cacos
Em nossa adega evaporada
Fôrma sem forma, sombra sem cor
Força paralisada, gesto sem vigor;
Aqueles que atravessaram
De olhos retos, para o outro reino da morte
Nos recordam - se o fazem - não como violentas
Almas danadas, mas apenas
Como os homens ocos
Os homens empalhados.

II
Os olhos que temo encontrar em sonhos
No reino de sonho da morte
Estes não aparecem:
Lá, os olhos são como a lâmina
Do sol nos ossos de uma coluna
Lá, uma árvore brande os ramos
E as vozes estão no frêmito
Do vento que está cantando
Mais distantes e solenes
Que uma estrela agonizante.
Que eu demais não me aproxime
Do reino de sonho da morte
Que eu possa trajar ainda
Esses tácitos disfarces
Pele de rato, plumas de corvo, estacas cruzadas
E comportar-me num campo
Como o vento se comporta
Nem mais um passo
- Não este encontro derradeiro
No reino crepuscular

III
Esta é a terra morta
Esta é a terra do cacto
Aqui as imagens de pedra
Estão eretas, aqui recebem elas
A súplica da mão de um morto
Sob o lampejo de uma estrela agonizante.
E nisto consiste
O outro reino da morte:
Despertando sozinhos
À hora em que estamos
Trêmulos de ternura
Os lábios que beijariam
Rezam as pedras quebradas.

IV
Os olhos não estão aqui
Aqui os olhos não brilham
Neste vale de estrelas tíbias
Neste vale desvalido
Esta mandíbula em ruínas de nossos reinos perdidos
Neste último sítio de encontros
Juntos tateamos
Todos à fala esquivos
Reunidos na praia do túrgido rio
Sem nada ver, a não ser
Que os olhos reapareçam
Como a estrela perpétua
Rosa multifoliada
Do reino em sombras da morte
A única esperança
De homens vazios.

V
Aqui rondamos a figueira-brava
Figueira-brava figueira-brava
Aqui rondamos a figueira-brava
Às cinco em ponto da madrugada
Entre a idéia
E a realidade
Entre o movimento
E a ação
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino

Entre a concepção
E a criação
Entre a emoção
E a reação
Tomba a Sombra
A vida é muito longa
Entre o desejo
E o espasmo
Entre a potência
E a existência
Entre a essência
E a descendência
Tomba a Sombra
Porque Teu é o Reino
Porque Teu é
A vida é
Porque Teu é o
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Assim expira o mundo
Não com uma explosão, mas com um suspiro.

(tradução: Ivan Junqueira)

Estação

A vida
Esta estação colossal
onde os dias,
as estações
fogem-me do itinerário.

Sentado
Juntos aguardamos
eu
e tu, 
(oh velho saco de lembranças duma vida inglória...)
o roncar metálico da última partida.

Eu, sentado, 
qual estátua de sal
a idade pensando-me mais na alma, 
que no corpo,
e tu,
espectro de memórias que (quisera eu)
pagam esta última viagem.

Não levo nada às mãos, 
às costas,
à vida.
Mas fixo, compenetrado nestes três celestiais ponteiros:
-o do perdão, 
           devendo mover-se rápido como os segundos;
-a da gratidão, 
           certo como os minutos que me escapam tão fugidios;
-e o do amor, 
          demorado, arrastando-me nesta vilígia de horas de espera zelosa, até ao fim.

A Vida
esta estação colossal
que atravesse em mim
por ti.

______________
Poema de eterna na saudade. Uzumaki-kun Lhamine

Links






Sinto vergonha de mim

Mesmo trocando o verso "povo brasileiro" por qualquer outro povo, como "povo moçambicano" por exemplo, a mensagem prevalece legitima.
Comentem.
Sinto vergonha de mim
por ter sido educador de parte deste povo,
por ter batalhado sempre pela justiça,
por compactuar com a honestidade,
por primar pela verdade
e por ver este povo já chamado varonil
enveredar pelo caminho da desonra.

Sinto vergonha de mim
por ter feito parte de uma era
que lutou pela democracia,
pela liberdade de ser
e ter que entregar aos meus filhos,
simples e abominavelmente,
a derrota das virtudes pelos vícios,
a ausência da sensatez
no julgamento da verdade,
a negligência com a família,
célula-Mater da sociedade,
a demasiada preocupação
com o 'eu' feliz a qualquer custo,
buscando a tal 'felicidade'
em caminhos eivados de desrespeito
para com o seu próximo.

Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos 'floreios' para justificar
actos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre 'contestar',
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.

Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir o meu Hino

e jamais usei a minha Bandeira
para enxugar o meu suor
ou enrolar o meu corpo
na pecaminosa manifestação de nacionalidade.

Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo deste mundo!

'De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes
nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
A rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto'.

Rui Barbosa




video
Link do Poema: http://ocantodomeusentir.blogspot.com/2009/05/sinto-vergonha-de-mim.html

projectos

Contribuir para o engradecimento e desenvolvimento da minha família é mais do que justo. Acredito que todos somos membros de uma mesma família, a família humana. Contudo meu projecto é investir primeiro no engradecimento da Família Lhamine em todas as esferas da sociedade e da vida.

Associação Família Lhamine

Presidente

A Formação Formal é um modelo que ao longo de secúlos esqueceu-se de forma-se e graduar. Hoje a geração de jovens empreededores que busca no dia-a-dia soluções nunca antes pensada é significativa. os Vakúlús são isso, quebrar regras e trazer uma geração de jovens melhor habilitados, autosustentáveis e actores activos no desenvolvimento social.

Associação Académia Vakhúlú - ESM

Director Sénior

Arte. Que outra forma de saber consegue através todas as formas, todas as classes, todas as gerações e trazer sempre o melhor de todos e de cada um? A Arte. E este projecto busca resgatar jovens desempregados, crianças órfãos, ou pessoas com necessidades experias para através da dança tradicional, do canto e do teatro, contrubuir na criação de uma sociedade mais igualitária, mais culturartística

Associação Cultural Matanato

Coordenador Sénior para Comunição e Imagem

MÁRIO LHAMINE
(+258)848 190 256
Matola - Maputo, Moçambique

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